Por que não chega na minha vida de mansinho? Você, que eu não esperava encontrar, que eu nunca pensei que conheceria. Vem, e como mágica, me apresente o amor que eu ainda não descobri. Alguns passaram na minha vida me mostrando a paixão, a atração, o carinho, mas venha me presentear com o amor. Me faça compreender que o amor não é tão complicado quanto eu imagino, me faça entender que ele tem defeitos e que ele é fácil de se administrar. Chegue aqui, me arranque um sorriso e me de a certeza de quem eu quero é você. Porque todos que surgiram no meu caminho, não me deram a segurança que eu tanto espero, não me deram a certeza de que ele era o merecedor da minha entrega. Então, apareça aqui, chegue com a leveza de passos de dança, e me faça acreditar que você é tudo que eu precisava. Pegue na minha mão, que nosso toque projete faiscas, que eu sinta seu coração pulsar mais rápido por mim. Se mostre homem com um coração de menino, tenha atitudes que me arranquem sorrisos. Faça a minha respiração acelerar quando seus lábios me tocarem, e que seu perfume se instale na minha pele. Mas primeiramente, descubra o caminho que chegará a mim, tente me encontrar, e quando me achar, a porta estará aberta a sua espera.
Show me the love.
Por que não chega na minha vida de mansinho? Você, que eu não esperava encontrar, que eu nunca pensei que conheceria. Vem, e como mágica, me apresente o amor que eu ainda não descobri. Alguns passaram na minha vida me mostrando a paixão, a atração, o carinho, mas venha me presentear com o amor. Me faça compreender que o amor não é tão complicado quanto eu imagino, me faça entender que ele tem defeitos e que ele é fácil de se administrar. Chegue aqui, me arranque um sorriso e me de a certeza de quem eu quero é você. Porque todos que surgiram no meu caminho, não me deram a segurança que eu tanto espero, não me deram a certeza de que ele era o merecedor da minha entrega. Então, apareça aqui, chegue com a leveza de passos de dança, e me faça acreditar que você é tudo que eu precisava. Pegue na minha mão, que nosso toque projete faiscas, que eu sinta seu coração pulsar mais rápido por mim. Se mostre homem com um coração de menino, tenha atitudes que me arranquem sorrisos. Faça a minha respiração acelerar quando seus lábios me tocarem, e que seu perfume se instale na minha pele. Mas primeiramente, descubra o caminho que chegará a mim, tente me encontrar, e quando me achar, a porta estará aberta a sua espera.
Só o tempo apaga.
Porque o fim nunca tem um fim exato? Se uma história chega ao seu final, porque ela deixa rastros ? Momentos bons são ótimos para serem lembrados, mas o que fazer quando você não quer relembra-los? Poderia ser um direito do ser humano ser capaz de esquecer algo que ele não quer que fique guardado na sua memória. Eu não tenho controle sobre a minha mente... Ao querer esquecer algo, automaticamente, estou pensando naquilo, não há escolhas. A única coisa que pode apagar uma lembrança, é o tempo. As vezes ele passa rápido, despercebido entre nós, e quando nos damos conta, só restam as migalhas daquela histórias, que vem em flashs borrados na nossa cabeça. Mas o tempo pode ir contra você, ele pode passar devagar, e fazer com que o caminho seja dolorido.
Nadar e voar em busca do seu azul.

Nadar sem direção, guiado pelo azul do mar. Se deixar levar pela correnteza, sem ter a certeza do que irá encontrar. Ver novos seres, descobrir outra espécies. Nadar para o caminho incerto, optar pela escuridão. E se o seu espírito lhe permitir, se desafiar a encontrar a luz novamente, e poder ver o azul infinito que está ao seu alcance. Seguir em frente, e ao seu lado estar o ser que te da motivos para continuar, e juntos, poderem nadar. É a beleza de um golfinho...
E ao final da tarde, no inicio do por do Sol, pular entre as ondas e ir alem de seus limites. A lei diz que ele foi feito para nadar, mas nada o impede de voar. E a cor que agora penetra em seus olhos é o azul do céu, pois o azul do mar não lhe fora o bastante.
Desafie a montanha.
Minhas verdades nenhuma mentira pode destruir. Uma cabeça feita sem saber pra onde ir, sem saber porque está aqui. O destino prega peças, o futuro é como um quebra-cabeça. Será que serei jogadora suficiente para desvendar todas as regras, para escolher a peça certa? Olhar para a frente, seguir a diante, isso é simples, chega a ser banal. Mas nem um caminho é limpo, e se em meu rumo aparecer montanhas? Não se pode atravessar montanhas ao meio. É preciso encarar a subida! E não importa saber como eu subirei, tão pouco importa saber os perigos que encontrarei, o meu medo é de chegar no topo e não querer aceitar a descida. Me sentir glorificada por chegar ao pico e esquecer que tenho uma ladeira para descer. E por mesmo saber o quanto é reconfortante se sentir nas alturas, talvez no final do caminho esteja a verdadeira recompensa. É aconselhável para mim, e para você, não dificultar tanto o caminho, não deixar a soberba invadir-lhe quando chegar no topo e não ter medo da descida, pois o que realmente importa, é chegar ao outro lado da montanha.
Ladrão de almas. part 3
Lembrança de sangue.
No frio e com a incerteza de onde estava, Meg começou a se lembrar do dia que fez sua vida mudar. Tudo ficou tão nítido em sua cabeça...
'Era um sábado como outro qualquer, com uma única diferença, era o aniversário de Suze, a mãe de Meg. Suze não queria nenhuma comemoração, mas Meg e seu irmão Max não queriam que o dia passasse em branco. Resolveram então que a noite comprariam um bolinho para cantar os parabéns. Chegado a noite, Suze e Meg saíram para comprar o bolo em uma padaria que ficava aproximadamente uns 5 quarteirões dali, mas Max preferiu ficar em casa jogando seu vídeo game como normalmente fazia. O clima estava bom, era uma noite até um pouco gelada por ser outono, mas era agradável, por isso, mãe e filha decidiram ir a pé á padaria. As duas conversavam normalmente, quando em uma parte mais escura do caminho começaram a ouvir passos a seguindo-as. Não se importaram muito, afinal poderia ser qualquer pessoa caminhando. De uma hora para a outra Suze parou de falar, e Meg viu que a mãe tinha parado de andar um pouco atrás dela. Quando Meg se virou, viu um homem alto e vestido todo de preto puxando os cabelos de sua mãe. Meg sentiu um arrepio invadir seu corpo, e apesar de ter 15 anos ela foi corajosa o bastante para começar a bater naquele estranho e a gritar:
-Solta minha mãe seu cretino!!
Mas suas palavras tornaram-se pó, algo tinha acertado seu rosto muito forte, Meg cambaleou e caiu no chão. Ela não conseguia ver direito, mas sentiu ser arrastada pelo braço por aquele homem para um lugar perto de onde estavam, mas um lugar mais escuro e silencioso, e a única coisa que ouviu agora era os gritos abafados de sua mãe pela mão daquele homem e a respiração rápida e forte daquele monstro. Meg sentia muita dor, não conseguia se mover, a sua queda brutal no chão com certeza tinha provocado alguma ferimento, pois ela não conseguia movimentar suas pernas. Por entre as lágrimas que não paravam de sair de seus olhos, deixando sua vista embaçada, Meg viu sua mãe sendo enforcada pelas mãos daquele homem. Suze se debatia muito, não conseguia gritar pois sua garganta doía muito por estar sendo apertada, mas ela só pensava em sua filha. Meg vendo o desespero da mãe começo a sentir muito ódio, ela queria fazer alguma coisa, mas era como se ela não controlasse seus movimentos. De repente ela viu que sua mãe tinha parado de se debater, será que o homem tinha soltado suas mãos envolta dos pescoço dela? Mas Meg viu que algo estava estranho, sua mãe não se movia contra aquele homem, parecia que ela não estava consciente. A única coisa que Meg via era que o homem estava fazendo uns movimentos estranhos, como se estivesse... Estrupando sua mãe. Meg foi invadida por uma fúria surreal, ela tirou forças que pensava nunca ter, e começou a se arrastar em direção daquele homem. Ela tentava se reerguer e se arrastar ao mesmo tempo, e longo pode ouvir o som sair de sua voz. Começou a gritar muito, xingando o homem que estava por cima de sua mãe e pedindo socorro. Meg gritava muito alto. Até que algo foi maior que o som de sua voz, era como se algo tivesse sido explodido. Logo, sentiu algo atravessar seu lado esquerdo do corpo, entre o peito e o pescoço, como se tal coisa tivesse rasgando seu corpo, e por onde passava deixava um rastro de fogo. Meg olhou o rosto raivoso do homem que segurava um revolver na mão e logo olhou para o sua blusa que esta manchada de sangue. Uma bala havia sido disparada contra ela. Tudo começou a rodar, e antes que Meg apagasse, ela ouviu ao longe, o barulho das sirenes da polícia.'
O valor de um sorrisinho!

São nas pequenas coisas que descobrimos o valor de um sorriso. Um exemplo disso? Uma simples ida a uma creche. Pois foi isso que aconteceu hoje, o meu colégio levou os alunos a uma creche para uma pequena 'festa junina'. E posso dizer que foi uma das experiências mas gratificantes que eu já tive na vida. Sabe, a maioria das crianças ali são carentes, seja por dinheiro ou por carinho. Muitas passam dificuldades, passam fome, não recebem o amor necessário que deveriam receber. Elas ainda são pequenas, talvez não entendam direito o que se passa ao seu redor, mas todas elas são especiais e desejam receber amor, atenção.
A festinha pode ter sido promovida para aquelas crianças, mas quem saiu realmente 'presenteada' dali, fui eu. O sorriso daqueles pequerruchos provocou um sentimento diferente em mim, foi como que naquele momento ou tivesse me tornado um deles. A maioria dos meus colegas perguntaram se eu não tive infância e ficaram me olhando com cara de louca, mas eu não me importei. Enquanto muitos estavam com vergonha de chegar perto daquelas crianças e outros nem se importarão, eu já cheguei cheia de sorrisos e puxei uns 20 pra brincar comigo. Ver todos aquele serzinhos me segurando, me chamando de tia, brincando comigo, rindo das minhas trapalhadas, imitando os meus passinhos de dança, me fez sentir super especial. Foi como se eles fossem um remedinho, fazendo com que qualquer preocupação e tristeza minha fossem embora. Foi como viver no mundo paralelo, um mundo onde eu podia deixar claro a minha alma de criança, que vive presa dentro de mim e por muitos motivos as vezes eu não deixo transparecer. Resumidamente, eu amei essa visita. Um sorriso não tem preço, e quando ele é sincero e vem de uma criança, é melhor ainda. Isso simplesmente basta, é um motivo muito forte para que eu ainda possa acreditar :D
Censuras de ser.

Me perco diante dos meus sentimentos. Um sorriso as vezes esconde uma lágrima, uma atitude as vezes esconde um medo. Assim como todos, também tenho disfarces. Nem sempre é tão fácil ser realmente como você deseja. Os olhos observam tudo ao redor, mas ninguém é capaz de decifrar o meu olhar. As vezes o silêncio não quer dizer nada, mas quando eu grito, é porque certamente, algo está preso dentro de mim. Eu sei que não há limites pra sonhar, mas o que fazer quando seus sonhos são limitados pelos outros? Ninguém é cem por cento livre, nossos pensamentos são reprimidos. Não quero ser censurada sempre...
Esse meu medo, essa minha insegurança, me torna fraca, mesmo contra a minha vontade de transparecer isso. Mas pela censura que vem de fora, eu sei que tenho que me mostrar intacta. É como cansar de ser sempre a Lois Lane e querer se tornar o Super-Homem.
Ladrão de almas. part 2
Frio Mortal
Parecia que horas tinham passado desde que ela sentiu pela ultima vez o lábios daquele anjo. Meg estava consciente novamente, só que ao mesmo tempo, parecia que ela não estava viva. Nenhuma parte de seu corpo se mexia, ela não conseguia realizar nenhum movimento. Tudo estava escuro, ela não via nada além de escuridão. O único som que conseguia ouvir era de seus pensamentos e a única coisa que podia sentir, era de um vento muito gelado. Ela não tinha noção do que estava acontecendo com seu corpo, nem suas mãos ela conseguia sentir, a única coisa que ela tinha era frio. O vento cortava todo o seu ser, o frio se instalava sobre ela. O que havia acontecido? Meg sentiu muito medo. Onde ela estava? E acima de tudo, onde estava Chris? Lembrar esse nome, a fez reviver aquele beijo que a tornou tão fraca. E apesar da lembrança daqueles lábios que fez com que o seu corpo ardesse por inteiro, o frio insistia em atingi-la. Era como se Meg estivesse presa dentro de si mesma. Até que a ideia de estar morta veio subitamente a sua cabeça. Mas como ela poderia estar morta? Chris era um ladrão de almas, mas será que ele seria capaz de tomar para si a alma de Meg? E será que um beijo era capaz de sugar a alma de alguém? Porque aquele beijo era a ultima coisa de que Meg se lembrava que tinha acontecido.Morte. Essa palavra fazia com que Meg sentisse mais frio. O passado logo veio como uma onda em sua mente. Ela já tinha passado por aquela sensação. Não era a primeira vez que ela estava a beira da morte. O escuro e o silêncio trouxe toda aquela lembrança agonizante de volta. Meg sentia muito frio, mas a imagem daquele dia tomava conta de sua cabeça como uma larva de vulcão, era uma lembrança muito forte. E ficou nítido o dia em que Meg e a morte foram apresentadas...
Ladrão de almas.
Doce Veneno
Meg tinha medo do beijo dele. Quando seus lábios se tocavam, ela podia sentir o sabor do mel, mas dentro de suas bocas a única sensação que sentia era de fogo. As mãos de Chris envolviam sua cintura, e dentro dela era como se uma explosão tivesse acontecido. O corpo de Meg se arrepiava por inteiro, e ela sabia que estava correndo perigo, sabia que tinha que correr dali. Mas as mãos daquele homem ainda acariciava sua costa e ela não sabia o que sentir. O que era aquele doce dos seus lábios que fazia seu corpo inteiro incendiar? O ar faltava, ela já se sentia mais fraca. Parece que a cada segundo daquele beijo, uma parte da sua alma fugia. Meg sabia do perigo que estava correndo, mais ela queria ter certeza das histórias que tinha ouvido sobre aquele garoto. Chris era mesmo um ladrão de almas? A única coisa que ela sabia era que ele era um anjo que foi banido do céu por ter matado uma humana por simplesmente amá-la. Ele imaginava que tal mulher iria virar um anjo, mas nada disso aconteceu. Chris foi banido do céu com a punição de ficar no mundo dos humanos, com o carma de viver sem o amor ou piedade de ninguém. Mas Meg tinha visto nele algo que ninguém mais tinha visto. Além dos olhos verdes cor de esmeralda, da pele cor de pêssego e de cabelos castanhos ondulados; Meg podia ver além da beleza surreal de Chris, ela podia ver sua alma. Mas agora aquilo não importava... Envolvida por aquele beijo, sentia que sua alma estava abandonando o seu corpo. Ela tinha que parar de beijá-lo, mas como eram doces os lábios daquele anjo. Meg abriu os olhos, só consegui enxergar os olhos verdes do Chris que a encaravam fervosamente. Tudo ficou escuro de repente, e ela sentiu pelo ultimo segundo o doce veneno da boca quente daquele homem. Ela se deixou cair, mais não sentiu seu corpo chegar ao chão...
# comentem, se gostarem, eu continuo com a história! x)
Discreto veneno

Ela fingi não saber. Se aproxima como amiga pra descobrir teus segredos, para aprender a jogar o seu jogo. De dia seu sorriso esconde os segredos, mas a noite o olhar dela desvenda os mistérios. Ela ouve aquela música e movimenta o seu corpo de acordo com a batida, ela só pensa em se libertar. Discreta, ela cria todas as regras, ela movimenta as peças. A voz dela lhe abduz, o seu toque lhe conduz. E se sua respiração te condena, ela prova que sabe descontrolar. Com o mesmo sorriso manso, ela te incendeia, mas com o olhar volta a se mostrar ingênua. Não se preocupa, ela conduz a vida pelo ritmo da música que toca na sua estação. Com a dosagem certa de veneno, ela adoça qualquer momento. Ela ama, ela odeia... Mas ela se decide quando é a hora certa. Ela não brinca mas ela se diverte!
inspiração: No Veneno - Strike ♪
Vida Inverno.
Quais serão as consequências das minhas decisões? Juro, tenho tantas dúvidas que ultimamente estão ficando pesadas demais para mim suportar. Quinze Invernos se passaram, cheguei em um momento onde eu me descobri, achei minha própria essência, despertei meu verdadeiro eu. Em um instante me encho de alegria e certezas, logo já aparecem medos e tristezas. Eu sei que sempre foi assim, mas porque só agora isso realmente me preocupa? O tempo passa tão depressa quando você deseja que ele caminhe mais devagar. Minha vontade é aproveitar, acima de tudo, o presente; mas atos tomados agora vão fazer surtir algum efeito negativo em meu futuro próximo? Confesso, tenho medo de crescer... Luto pela minha maturidade interior, mas eu queria simplesmente viver sem preocupações. Minha mente tem apenas a certeza de que algo tem que ser decidido, mas pontos de interrogação insistem em aparecer em minha órbita cerebral.
Eu só quero viver meus próximos Invernos feliz, apenas isso. Eu quero poder olhar pela janela do meu carro, e enxergar o final do dia e simplesmente agradecer. Enquanto sentir o vento frio batendo no meu rosto, eu quero poder agradecer pela família, carreira, conquistas e amores que eu conquistei e que me fazem se sentir plena. Apenas isso.
Eu só quero viver meus próximos Invernos feliz, apenas isso. Eu quero poder olhar pela janela do meu carro, e enxergar o final do dia e simplesmente agradecer. Enquanto sentir o vento frio batendo no meu rosto, eu quero poder agradecer pela família, carreira, conquistas e amores que eu conquistei e que me fazem se sentir plena. Apenas isso.
Um ponto de cor.
Se te buscam por entre as cores, e você longe está, em um mundo escuro e absurdo, um vazio se apresenta. Se tentam te salvar de um labirinto, e você longe está, indo para um caminho de espinhos, dores aparecem. E quando já no final das forças e sem mais esperanças de viver, o seu coração chora...Ele clama por um sussurro que o faça mudar. Eis que aparece o amor, que lhe trás cor e cura sua dor. É o amor que te faz olhar mais além e ver que há pessoas que esperam por ti. Nesse instante, as feridas já não doem mais, pois foram curadas por quem só te tem com amor.
Assinar:
Postagens (Atom)
